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Artigo
(Edição
nº 8)
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A antropóloga
Léa Freitas Perez(*)
disponibiliza, nesta edição do informativo da Comunidade Virtual
de Antropologia, o artigo "Breves notas sobre a religiosidade
brasileira", também publicado na Revista Brasil 500
Anos (Edição Especial, junho 2000. Belo Horizonte, Imprensa
Oficial dos Poderes do Estado, pp. 40-58). Clique
aqui para ler o artigo (PDF).
(*)
Professor Adjunto do Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMG.
Colaboradora da Comunidade
Virtual de Antropologia, Léa já escreveu as colunas: "Por
uma Poética do Sincretismo Tropical", "O
Mundo de Cabeça para Baixo: É Tempo de Carnaval, É Tempo de Brasil!"
e "Breves
Reflexões sobre Nova Era e Reconfiguração Societária".
>> Ana
Durão Machado(*), mestranda em
Antropologia, apresenta o artigo "Há cante no Feijó!
– uma reflexão sobre uma comunidade de migrantes alentejanos
na Margem Sul do Tejo" (Comunicação – Jornadas de
Beja - 16,17,18 Novembro 2000). Segundo a autora, esse artigo
está associado às questões abordadas no trabalho de campo
de sua pesquisa de mestrado: "Cante Alentejano na Margem
Sul do Tejo" . Ao escolher o canto como objeto de estudo,
a proposta da autora era "compreender o seu lado sócio-cultural,
a forma como ele conjuga as sociabilidades numa 'unidade',
mesmo quando estão presentes diversas origens e hábitos de
cante"; "delinear os projectos biográficos que envolveram
o processo de migrações internas, do Alentejo para a periferia
sul da cidade de Lisboa, os fenómenos de mudança social e
recomposição identitária", bem como "demonstrar
como um elemento cultural se adapta e transforma face à complexidade
dos fluxos migratórios". Clique
aqui para ler o artigo (PDF).
(*) Ana Durão Machado
tem licenciatura em Antropologia e prepara-se para defender a tese de
mestrado em Antropologia.
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Segue um resumo do artigo "A
Criação Tradicional de Porcos em Portugal: análise antropológica
de regras sociais, tabus e comportamentos" de
autoria da antropóloga portuguesa
Sandra Nogueira(*), também disponível para download nesta
edição nº 8 do informativo.
"Desde tempos medievais que muitas famílias rurais portuguesas
criam porcos, únicamente para consumo familiar. A dureza dos
tempos assim o obrigava e em muitos lares o porco era a garantia
de sobrevivência das famílias durante todo o ano.
Ao longo de muitos séculos, a pratica foi-se enraizando de
tal forma na cultura portuguesa, que actualmente a carne de
porco e o porco propriamente dito, fazem parte da identidade
nacional. Neste artigo serão focados algumas das regras, tabus,
crenças e comportamentos à volta do acto de matar o porco
de forma tradicional.
Esta prática vai muito mais além do simples acto de matar
um animal para consumo caseiro, uma vez que à volta deste
acontecimento a família e amigos reunem-se num espírito de
entreajuda e de festa. A matança de um porco, significa sempre
o sentar à volta da mesa, num puro convívio social.
A matança tradicional de porcos em Portugal é actualmente
proibida por lei, mas os costumes e tradições são tao fortes
que, quando o Inverno chega, de Norte a Sul do País a actividade
é intensa, numa clara percepção de que em muitos casos a lei
não se sobrepõe às tradições".
Clique
aqui para ler o artigo na íntegra(PDF).
(*)
Sandra Nogueira é
licenciada em Antropologia pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, com
especialização em Gestão do Patrimônio e Acção Cultural.
Colaboradora da Comunidade
Virtual de Antropologia, Sandra já participou de uma entrevista
sobre a Tanoaria e outros ofícios tradicionais portugueses
e publicou o artigo "Os
Oficios Tradicionais como Vertente do Turismo Cultural"
neste site.
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